06 fevereiro, 2006
30 janeiro, 2006
18 janeiro, 2006
Em trânsito
Mudanças. Uma casa onde se ouve o eco depois de três anos muito habitados. Um curso de formação de formadores das 20h às 23h. Um emprego.
14 janeiro, 2006
Menos de um mês
Já falta menos de um mês para o concerto dos Depeche Mode. E pensar que os bilhetes foram comprados em Julho (já nem me lembro bem). Vai ser muito bom, acho que vou levar uma t-shirt e tudo. E só espero que cantem esta...
13 janeiro, 2006
12 janeiro, 2006
Mafalda Veiga
Está-me a dar para cantar Mafalda Veiga "Sei de cor cada lugar teu..., lalala. Pensa em mim, protege o que eu te dou, lalala...Fica em mim, que hoje o tempo dói...lalala. Onde só chega quem não tem medo de naufragar...lalala. Mesmo que a vida mude os nossos sentidos e o mundo nos leve para longe de nós...lalala...e tudo se desfaça num gesto só".
Não consigo parar de ouvir esta música, de que gosto muito, o problema é que quando a ouço, só consigo imaginar um coro de betos meio deprés a cantá-la.
31 dezembro, 2005
2006
Desejos para 2006
Saúde para mim e para a minha família
Novos objectivos, interesses e motivação profissional
Festejar um ano de casamento feliz, feliz
Mais dinheiro para o poder gastar no que gosto
Férias em sítios bonitos (a.k.a. Quero ir a Paris e aos Açores novamente)
A casa nova pronta, bonita, decorada e acolhedora
Mais organização pessoal
Mais amigos, encontros e conversas interessantes, daquelas que fazem o tempo voar
O EuroMilhões
Começar a dar formação na área da Psicologia
Levantar-me mais cedo para não chegar atrasada
Fazer novamente natação
Ter sempre a minha avó Irene comigo
Ir a mais restaurantes e passar mais fins-de-semana fora em hóteis de charme
Campeões do mundo (o efeito publicidade Galp)
Ser mais paciente e tolerante
Ver os Depeche Mode em Fevereiro
Que as mudanças da minha casa se façam depressa
Fazer coisas novas e não me acomodar às rotinas
Chegar ao fim de 2006 e pensar no que irá acontecer em 2007
Desejos impossíveis
Que todos se tornem mais conscientes e assumam a responsabilidade dos seus actos
Diminuição do fome, da guerra, da miséria, sofrimento e dos abusos físicos e psíquicos
Que se aposte na prevenção e tratamento dos problemas psicológicos deste país que consome tantos psicotrópicos (encabeçados pelos antidepressivos)
Que termine a crise e a síndrome do coitadinho e do governo é que tem a culpa de tudo
Que os dias possam ser mais luminosos.
Novos objectivos, interesses e motivação profissional
Festejar um ano de casamento feliz, feliz
Mais dinheiro para o poder gastar no que gosto
Férias em sítios bonitos (a.k.a. Quero ir a Paris e aos Açores novamente)
A casa nova pronta, bonita, decorada e acolhedora
Mais organização pessoal
Mais amigos, encontros e conversas interessantes, daquelas que fazem o tempo voar
O EuroMilhões
Começar a dar formação na área da Psicologia
Levantar-me mais cedo para não chegar atrasada
Fazer novamente natação
Ter sempre a minha avó Irene comigo
Ir a mais restaurantes e passar mais fins-de-semana fora em hóteis de charme
Campeões do mundo (o efeito publicidade Galp)
Ser mais paciente e tolerante
Ver os Depeche Mode em Fevereiro
Que as mudanças da minha casa se façam depressa
Fazer coisas novas e não me acomodar às rotinas
Chegar ao fim de 2006 e pensar no que irá acontecer em 2007
Desejos impossíveis
Que todos se tornem mais conscientes e assumam a responsabilidade dos seus actos
Diminuição do fome, da guerra, da miséria, sofrimento e dos abusos físicos e psíquicos
Que se aposte na prevenção e tratamento dos problemas psicológicos deste país que consome tantos psicotrópicos (encabeçados pelos antidepressivos)
Que termine a crise e a síndrome do coitadinho e do governo é que tem a culpa de tudo
Que os dias possam ser mais luminosos.
21 dezembro, 2005
O Concerto de Natal de ontem
Nos Concertos de Natal deste ano, a OML traz uma nova proposta para o seu público. O bailado «O Quebra-Nozes» é uma das obras mais conhecidas de Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893). O argumento baseia-se num conto de E. T. A. Hoffman e consiste na história de uma menina que recebeu um quebra-nozes como presente de Natal. Ao adormecer, ela sonha com os seus novos brinquedos, plenos de vida e lutando contra o Rei de Sete Cabeças e seu exército de ratos com olhos vermelhos. O quebra-nozes acaba por se transformar num príncipe e por a conduzir ao seu reino encantado. Na Suite que o maestro Brian Schembri vai dirigir nos concertos, Tchaikovsky reuniu alguns excertos que são apresentados em versão de concerto. Todavia, a história não deixará de ser contada. Sê-lo-á, desta feita, por uma das vozes mais carismáticas da língua portuguesa: a da actriz Eunice Muñoz. A adaptação do conto esteve a cargo de Margarida Fonseca Santos. Do mesmo programa consta ainda «Magnificat em Talha Dourada» de Eurico Carrapatoso, uma obra datada de 1998 e que, desde a sua estreia, tem vindo a ser reposta sucessivas vezes com crescente sucesso. A interpretação estará a cargo da soprano e dedicatária da obra Angélica Neto e ainda do Coro Ricercare.
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Brian Schembri, maestro
Angélica Neto, soprano
Eunice Muñoz, narradora
Coro Ricercare
Pyotr Ilyich Tchaikovsky – «O Quebra Nozes» (Suite)
Eurico Carrapatoso – «Magnificat em Talha Dourada»
Reconfortante e belo.
15 dezembro, 2005
O Natal e os Wham
A propósito de algo que anda por aí: o Last Christmas dos Wham é mesmo a melhor música de Natal dos últimos 40 anos e não há um Natal em que não a oiça em repeat. E o belo do teledisco é mesmo uma maravilha com o George a fazer olhinhos todo magoadinho à morena.
Agora todos :"Last Christmas I gave you my hearttttttttttttttt, but the very next day you gave it away".
Alice
01 dezembro, 2005
Dias de Inverno
29 novembro, 2005
Namorar é preciso
Sou eu que estou a ficar uma chata insuportável...mas...agora já não se namora, anda-se???
Quando eu e o B. nos conhecemos há sete anos e meio, começámos a namorar, não começámos a andar. Andar supõe ir lado a lado, ou um à frente e outro atrás, mas não representa o conceito de namoro de aconchego, carinho, mão-na-mão, troca de olhares, rubor, cafuné, paixão, doçura, amor, loucura total, cegueira pelo outro, cumplicidade. Andar implica, de alguma maneira, separação, solidão, não ir a par, não ser um. Talvez o amor esteja diferente, os adolescentes estão-no com toda a certeza, mas será que namorar já não é preciso? Nem sabem o que perdem.
23 novembro, 2005
Quem me conhece, sabe da minha paixão por...
Castanhas de ovos
Para 4 pessoas
250 g de açúcar
20 + 1 gemas
farinha
Leve o açúcar ao lume num tacho até ficar em ponto de rebuçado. Entretanto desfaça as 20 gemas e coe-as através de um passador de rede. Deixe o açúcar arrefecer um pouco e junte-o às gemas a pouco, misturando sempre. Leve de novo ao lume, sem parar de mexer até a massa se começar a despegar do tacho. Retire do lume e deixe arrefecer completamente, mexendo de vez em quando. Quando a massa estiver completamente fria (pode até colocá-la no frigorífico) tenda em bolinhas com as mãos e a ajuda de um pouco de farinha e dê-lhe depois o formato de castanhas. Pincele as castanhas com a restante gema, diluída com uns pingos de água e risque-as com uma faca afiada. Enfie as castanhas de ovos num pau, ou numa agulha de tricôt bem fina, e asse-as sobre as brasas, em lume forte. Em alternativa pode queimá-las com um ferro em brasa. (Esta é das difíceis).
Saberes & Sabores
Para quem gosta de cozinhar, para quem quer aprender, para quem tem de o fazer, para quem gosta de comer...aqui está uma grande ideia da Vaqueiro. Imensas receitas de fazer crescer água na boca, ideias, truques e até um sítio onde podemos colocar as nossas.
22 novembro, 2005
Digo e repito
The aim that the child should grow up to become confidently independent is synonymous with the aim that he should grow up mentally healthy.
John Bowlby (1956)
Quase de férias
Falta uma semana para entrar de férias. Ainda nem acredito. Finalmente o descanso da guerreira após um ano de trabalho intenso que envolveu um estágio profissional, três colóquios, um casamento, uma mudança de casa, novo emprego, dois concursos para a função pública, envio de currículos, dois cursos de cozinha e last, but not the least, a compra de uma nova casa. Nunca tinha tido tão pouco tempo de férias, apenas duas semanas num ano (isto para quem deixou de estudar o ano passado, apenas, é obra) e sinto falta daqueles dias sem nada para fazer no sofá a ler e/ou a ver a Oprah, séries de TV e filmes, muitos. Agora começa a ser tempo de empacotar as tralhas e mudarmo-nos. Costumo dizer que quem muda muitas vezes de casa anda ou à procura ou a fugir de algo. Eu acho que encontrámos o que queríamos, mais espaço, mais, ainda, à nossa medida.
16 novembro, 2005
Delicate
we might kiss
when we are alone
when nobody’s watchin’
we might take it home
we might make out
when nobody's there
it's not that we're scared
it's just that it's delicate
so why d’ya fill my sorrow
with the words you've borrowed
from the only place you've known
why d’ya sing hallelujah
if it means nothin’ to ya
why d’ya sing with me at all?
we might live
like never before
when there's nothin’ to give
how can we ask for more?
we might make love
in some sacred place
that look on your face
is delicate
so why d’ya fill my sorrow
with the words you've borrowed
from the only place you've known
why d’ya sing hallelujah
if it means nothin’ to ya
why d’ya sing with me at all?
Damien Rice
when we are alone
when nobody’s watchin’
we might take it home
we might make out
when nobody's there
it's not that we're scared
it's just that it's delicate
so why d’ya fill my sorrow
with the words you've borrowed
from the only place you've known
why d’ya sing hallelujah
if it means nothin’ to ya
why d’ya sing with me at all?
we might live
like never before
when there's nothin’ to give
how can we ask for more?
we might make love
in some sacred place
that look on your face
is delicate
so why d’ya fill my sorrow
with the words you've borrowed
from the only place you've known
why d’ya sing hallelujah
if it means nothin’ to ya
why d’ya sing with me at all?
Damien Rice
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