Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost, Não consigo parar de ver o Lost...
02 novembro, 2005
20 outubro, 2005
13 outubro, 2005
Joana
Um dia vou escrever um blog sobre pais e filhos, sobre crianças, adolescentes e o trabalho que faço, e que quero fazer com elas. Vou escrever sobre o que se deve fazer, dizer, o que não se deve fazer, nem nunca dizer. Não tenho pretensões a nada, muito menos a ser a educadora perfeita, quero apenas poder partilhar o meu trabalho (com o devido anonimato) e mostrar ao mundo porque é que pessoas como a "mãe" da Joana deveriam ter sido esterilizadas* (!) há muito tempo.
*Raiva óbvia de quem lida com estes miúdos e estes pais todos os dias. E há, por aí, muito mais Joanas.
À espera do fim de Outubro
Vou festejar os seis meses de casamento aqui. Percorrer os mesmos caminhos de sempre, ir ao Castelo dos Mouros, à Quinta da Regaleira, à Pena, ao Palácio da Vila, comer queijadas e beber chá, esperar que o céu esteja nublado, e que o frio nos faça (ainda mais) aconchegar, aninhar um no outro.
Lawrence's Hotel, Sintra
02 outubro, 2005
8 de Fevereiro
Já estamos em contagem decrescente para o concerto dos Depeche Mode, a 8 de Fevereiro. Entretenho-me a elaborar possíveis alinhamentos e a discuti-los com os amigos. Concluo que nunca irão tocar tudo o que quero (ou seja todos os cd's de ponta a ponta). Mas mal posso esperar por um concerto em que conheço as músicas todas, tipo verdadeira fã histérica aos gritinhos.
29 setembro, 2005
26 setembro, 2005
12 setembro, 2005
11 setembro, 2005
08 setembro, 2005
As duas torres
Passei por elas tantas e tantas vezes e interrogava-me porque é que ainda estavam ali, elas que nunca tinham feito sentido. Tróia faz parte das memórias da minha infância e foi sempre sinónimo das melhores praias e de dias felizes de lancheira na mão. Agora foram deitadas abaixo, as duas torres, em nome de um dito turismo de luxo, de qualidade. Esperemos que sim. Mas que fiquem por ali, pelo início da península, que revitalizem aquilo, mas que não o transformem no Algarve, nem estraguem a "minha Tróia".
07 setembro, 2005
Ouvir com o volume no máximo
Wake Up
Somethin’ filled up
my heart with nothin’,
someone told me not to cry.
But now that I’m older,
my heart’s colder,
and I can see that it’s a lie.
Children wake up,
hold your mistake up,
before they turn the summer into dust.
If the children don’t grow up,
our bodies get bigger but our hearts get torn up.
We’re just a million little god’s causin rain storms
Turnin’ every good thing to rust.
I guess we’ll just have to adjust.
With my lighnin’ bolts a glowin’
I can see where I am goin’
to be when the reaper he reaches and touches my hand.
With my lighnin’ bolts a glowin’
I can see where I am goin’
With my lighnin’ bolts a glowin’
I can see where I am go-goin’
You better look out below!
The Arcade Fire
Somethin’ filled up
my heart with nothin’,
someone told me not to cry.
But now that I’m older,
my heart’s colder,
and I can see that it’s a lie.
Children wake up,
hold your mistake up,
before they turn the summer into dust.
If the children don’t grow up,
our bodies get bigger but our hearts get torn up.
We’re just a million little god’s causin rain storms
Turnin’ every good thing to rust.
I guess we’ll just have to adjust.
With my lighnin’ bolts a glowin’
I can see where I am goin’
to be when the reaper he reaches and touches my hand.
With my lighnin’ bolts a glowin’
I can see where I am goin’
With my lighnin’ bolts a glowin’
I can see where I am go-goin’
You better look out below!
The Arcade Fire
O post anterior
Humm, o post anterior foi realmente uma chachada, principalmente porque aquele delírio dos argumentistas nem durou muito tempo e a tal da Estrelinha já voltou para o país do principe "Já me lembro de tudo" (demasiado mau). Está visto que ela é que devia ser "a filha do produtor" (referência óbvia ao Gato Fedorento).
Agora cá em casa é que estamos com algumas dificuldades um tanto ou quanto esquizofrénicas: o meu lado pseudo-intelectual recusa-se a falar comigo desde que mencionei os Morangos com Açúcar aqui. E eu estou farta de só funcionar em modo tolinho, hoje até fui às compras toda contentinha. Mas não vale a pena, não consigo gostar de o fazer mais do que de dois, quiçá, de três em três meses, e só fiquei verdadeiramente contente quando entrei na Bertrand e fui buscar mais um livro da Taschen, desta vez "Paris Interiors".
06 setembro, 2005
Morangos
É impressão minha ou com esta história da Estrela/Francisca que ia casar com o princípe Konrad e que não se lembra de nada, os Morangos com Açúcar estão a entrar no domínio do fantástico, vulgo delírio, para miúdos tontos?
APOP
O Projecto de Lei, para aprovação na Assembleia da República, dos estatutos propostos pela APOP para a futura Ordem dos Psicólogos, esteve em discussão pública até ao passado dia 31 de Julho de 2005. Finalizado este prazo, a votação da aprovação em Assembleia, por todos os deputados, pode ser marcada a qualquer momento. Contamos que a finalização deste processo seja uma realidade até ao final deste ano.
01 setembro, 2005
Dúvida existencial
Porque é que os textos que ando à procura para um artigo sobre regras na infância só falam de castigos? Não se podem oferecer regras e limites sem castigar?
25 agosto, 2005
Dos jobs for the boys
Já não estudava para um exame/prova há mais de dois anos, desde o 4º ano na faculdade. Agora estou a estudar legislação para um concurso da função pública. Para além de ser muito menos interessante, é frustrante porque já sei para quem são os lugares e eu não sou uma das felizes contempladas.
14 agosto, 2005
Do Poemário
Olhar
Olhei quase sempre para o chão.
E aquela estrada que parava no sul, descia de
repente e caía aos nossos pés.
Recolhia-a,
ano após ano,
e com o resto da sua luz quis iluminar o
teu caminho.
Mas tu não viste as suas lágrimas que eram
as minhas,
apagando a última luz, sobre o chão.
José Agostinho Baptista (1948)
Biografia
11 agosto, 2005
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